Pesquisa: obras “não-objeto” + artistas cinéticos

 




Obra Mole: Borracha, flexibilidade e fluidez, não tem uma forma fixa e depende da manipulação do espectador. Lygia não queria que a obra fosse contemplada passivamente, ela não se sustenta sozinha, ela precisa se apoiar e se desdobrar, é uma experiência sensorial e participativa, buscando uma fusão com o espectador. Afasta- se dos limites da arte tradicional



Abrigos Poéticos: Construções de metal articuladas com dobradiças, vão além do conceito tradicional de escultura, privilegiando o espaço em detrimento da planicidade. Elas convidavam o espectador a interagir com o objeto, superação da arte como um objeto estático, transformando-a em uma experiência viva




  Abraham foi um dos mais inovadores e importantes artistas do modernismo brasileiro, suas obras consistiam em instalações elétricas com jogos de luzes e movimentos, compostos por hastes metálicas com placas geométricas que se moviam lentamente por meio de motores e eletroímãs
Objetos cinéticos são obras de arte, geralmente esculturas, que integram o movimento real como um elemento fundamental, utilizando motores e eletroímãs para criar dinamismo e explorar a dimensão estética da própria mecânica, foca na espontaneidade do movimento. Em vez de esconder a parte mecânica, como em outros aparelhos, os objetos cinéticos tornam a engrenagem e os motores visíveis, integrando a mecânica à própria experiência estética, explora a tecnologia na criação da arte


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